Doença
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Patologias – estudo de caso
Cardiovascular
Ao ver / falar / tocar uma certa pessoa, o sistema nervoso simpático desvia o fluxo sanguíneo, por exemplo, para as bochechas, aumenta a pressão sanguínea, o ritmo cardíaco também é maior, com arritmias esporádicas, dando-nos aquela sensação de que o coração vai saltar do peito.
Diagnóstico: talvez não fosse amor, mas pelo menos uma empatia acentuada…
Neurologia
A pessoa em questão tem a capacidade de promover libertação de serotonina e dopamina no meu cérebro, afectando o meu sistema límbico e Nucleus accumbens. Por volta da segunda semana, começam a observar-se perturbações na neurotransmissão, falta de comunicação nas sinapses levando a degeneração axónica e apoptose. A rede neuronal começa a degradar-se, levando a alterações de humor e perturbações na capacidade comunicativa.
Diagnóstico: excesso de transmissão sináptica nos primeiros dias levou a uma sobrecarga do sistema, que começou a apresentar falhas.
Cancro
Devido a sinais exógenos por parte de células malignas na periferia, o programa de proliferação celular foi alterado, apresentado sinais de elevada instabilidade genómica e mutações que o fazem comportar-se de forma diferente do esperado. Antes que os danos sejam irreparáveis, decide-se proceder à apoptose e, felizmente, parece que foi a decisão certa: depois de um período de recobro, com sintomas indesejáveis, verificou-se remissão total das células cancerosas e restabelecimento da comunicação normal célula-célula.
Diagnóstico: é como quem diz, acabámos mas ficámos amigos.
Não se preocupem, está tudo bem… Se bem que, depois de um chorrilho de disparates destes, compreendo que ponham em causa o meu discernimento… Mas acho que este não estará tão afectado pelo fim da relação como pelo facto de estar fechada em casa a estudar há 3 dias :D
P.S. O próximo módulo é sobre doenças infecciosas... Será que vou ficar doente outra vez, infectada por um novo agente infeccioso? Era só o que faltava para o quadro clínico ficar completo...
23 de novembro de 2008
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7 comentários:
=(
Oh miúda o caso não é para rir...mas foi a primeira vez que vi assim descrita o final de uma relação.
Nunca tinha pensado na parte mais fisiológica da coisa! Mas que complexidade!
Quanto ao resto... tu já sabes ;)
:D
Podes rir que eu deixo... A minha melhor amiga fartou-se de rir a ler isto :D
Pois... tenho que admitir que é muito à frente... muitooo complexoooo... Só tu Jo para nos fazeres ver as cenas desta forma... (ahhh e virus à solta é o que não falta! ;) Força) beijinhos
Ai os homens...Era fixe não precisarmos deles...Mas que remédio temos nós? E depois é assim...:( Joaninha se precisares já sabes! As mininas de BCM 'tão cá sempre para ti. Nem que seja para ir à Suécia dar uma carga de porrada num gajo! Se for preciso combinamos e vamos aí nas férias tratar disso! :P
Obrigada pessoal vocês são as máiores, qdo eu lhe quiser dar porrada (ai que bom português, já parece o Toy) eu aviso-vos, ok?
Jokas ;)
(Ah e a Shermaine, Dasha e Clarissa ja se ofereceram para o mesmo efeito e estão mais perto... e elas até andam no kick-boxing, são capazes de ter jeito pra guarda-costas)
Endocrinologia:
Falhas sinápticas previamente elucidadas levam a lapsos nos reflexos conectores ao eixo hipotalâmico-pituitário-adrenocortical, resultando em progressivas perturbações hormonais na glândula pituitária anterior e, consecutivamente, a uma produção deficiente de Somatotrofina, a.k.a. Hormona do Crescimento. Sinais patológicos: imaturidade socio-emocional regressiva, apresentando uma elevada discrepância comportamental, comparativamente à correspondente maturidade cronológica. Consequências podem classificar-se como crónicas e assimptomáticas, embora proximidade e convivência com o paciente possa causar episódios cefaleicos, tolerância emocional e surtos agudos de falta de paciência. Aconselha-se afastamento gradual e bastante condescendência.
Diagnóstico: Há pessoas que nunca devem sair da casa dos pais.
Não podia deixar de escrever, minha papoila :) És linda! T'adoro *
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