Tempo
1ºC em Estocolmo, 7ºC em Portimão
Sei que o tempo, especialmente os males do tempo, são um tema recorrente do meu blog, mas a verdade é que o tempo afecta muito tudo o que fazemos ou temos vontade de fazer, especialmente para pessoas que gostam tanto de sol como eu...
Se não estivesse sol no sábado, não teria adiado a arrumação do quarto para ir passear com a Shermaine e a Dasha, primeiro de barco, depois a pé, ao lado de um lago gelado mas com o sol a bater-nos na cara, para terminarmos no cimo de uma torre com uma vista fantástica de Estocolmo…
Se não estivesse de chuva no domingo, não teria apetecido tanto ter ficado por casa a ver um filme, na nossa primeira sessão de filmes de Jagargatan, em que se ouviu português (o filme, fornecido por mim, foi “Cidade de Deus”)e se comeram os muffins que eu e a Jacomijn fizemos (eu, de framboesa, ela, uns de maçã, outros de chocolate)…
Se não estivesse neve e um frio de rachar, não custava tanto uma pessoa levantar-se da caminha antes das 7 para ir para as aulas…
20 de janeiro de 2009
17 de janeiro de 2009
Kaos
Caos
-10ºC em Estocolmo, 9ºC em Portimão
Caos = do Gr. kháos; s. m.; confusão de todos os elementos, antes de se formar o mundo; grande desordem; babel; balbúrdia. Sinónimo: o meu quarto.
Depois de uma semana de estudo intenso, um exame de 3 horas, almoçar com uma amiga que vai voltar para a Alemanha, ir ao cafezinho (fika) com pessoal do curso, ir comer kebabs com os irmãos e com o Niklas, encontrarmos a Clarissa no autocarro e dirigirmo-nos todos para o bar da Associação de Estudantes em que fiz umas figuras terríveis a jogar bilhar…
Uma pessoa entra no quarto às 11 da noite para encontrar um espectáculo digno de se ver (ou não): roupa por passar em cima da cama, roupa por lavar no chão, roupa por arrumar na cadeira, papéis de chocolates que foram o combustível para o estudo, chocolates nas prateleiras, um saco de maçãs (outro combustível) e um vaso de salsa no chão, a carta da Tani a olhar pra mim da janela, a prenda do Neil por arrumar, a máquina fotográfica por carregar, papéis com slides das aulas, papéis com artigos, papéis com apontamentos…
Ou seja, já tenho programa para hoje, que é o meu primeiro e penúltimo dia de férias (ah pois é, que o 2º semestre começa já na segunda!)…
-10ºC em Estocolmo, 9ºC em Portimão
Caos = do Gr. kháos; s. m.; confusão de todos os elementos, antes de se formar o mundo; grande desordem; babel; balbúrdia. Sinónimo: o meu quarto.
Depois de uma semana de estudo intenso, um exame de 3 horas, almoçar com uma amiga que vai voltar para a Alemanha, ir ao cafezinho (fika) com pessoal do curso, ir comer kebabs com os irmãos e com o Niklas, encontrarmos a Clarissa no autocarro e dirigirmo-nos todos para o bar da Associação de Estudantes em que fiz umas figuras terríveis a jogar bilhar…
Uma pessoa entra no quarto às 11 da noite para encontrar um espectáculo digno de se ver (ou não): roupa por passar em cima da cama, roupa por lavar no chão, roupa por arrumar na cadeira, papéis de chocolates que foram o combustível para o estudo, chocolates nas prateleiras, um saco de maçãs (outro combustível) e um vaso de salsa no chão, a carta da Tani a olhar pra mim da janela, a prenda do Neil por arrumar, a máquina fotográfica por carregar, papéis com slides das aulas, papéis com artigos, papéis com apontamentos…
Ou seja, já tenho programa para hoje, que é o meu primeiro e penúltimo dia de férias (ah pois é, que o 2º semestre começa já na segunda!)…
15 de janeiro de 2009
Fråga
Pergunta
-5ºC em Estocolmo, 12ºC em Portimão
Em dia de revisões para o exame final deste semestre, não há tempo para grande coisa, a não ser para vos deixar o link para o vídeo da sessão de perguntas e respostas aos prémios Nobel da Medicina deste ano, em que eu tive a coragem (não sei como) de fazer uma pergunta, à qual recebi uma resposta bem curta, diga-se de passagem.
Ainda assim, se quiserem assistir a esse meu “momento de glória”, vão ao site: http://ki.se/ki/jsp/polopoly.jsp?d=25546&a=67047&l=en .
Cliquem em “View movie from the visit”, vão até ao minuto 1h15 e xarããã!!!! A minha cara feia :D
Espero que gostem ;)
-5ºC em Estocolmo, 12ºC em Portimão
Em dia de revisões para o exame final deste semestre, não há tempo para grande coisa, a não ser para vos deixar o link para o vídeo da sessão de perguntas e respostas aos prémios Nobel da Medicina deste ano, em que eu tive a coragem (não sei como) de fazer uma pergunta, à qual recebi uma resposta bem curta, diga-se de passagem.
Ainda assim, se quiserem assistir a esse meu “momento de glória”, vão ao site: http://ki.se/ki/jsp/polopoly.jsp?d=25546&a=67047&l=en .
Cliquem em “View movie from the visit”, vão até ao minuto 1h15 e xarããã!!!! A minha cara feia :D
Espero que gostem ;)
14 de janeiro de 2009
“Är du portugisisk?”
“É portuguesa?”
4ºC em Estocolmo, 13ºC em Portimão
Tunnelbana, que é como se chama o metro de Estocolmo, fim-do-dia, mesmo antes da hora de ponta (que é como quem diz, 3 da tarde).
Os Suecos têm uma noção especial de “personal space” que é perfeitamente falsificável (ou verificável) nas carruagens do metro. Uma pessoa senta-se, a segunda senta-se diagonalmente à primeira (nem à frente nem ao lado) e para que os outros dois lugares sejam ocupados, ui, é preciso que o metro esteja bem cheio. E por isso é estranho que uma pessoa (eu) entre numa carruagem vazia, vá, com umas duas pessoas, e o homem que vinha atrás de mim sentar-se mesmo mesmo à minha frente. Mmm… Ainda mais estranho se, pelo reflexo da janela, conseguimos ver que o homem não pára de olhar pra nós. AINDA mais estranho se ele se vira para nós e pergunta, do NADA: “Are you Portuguese?”
Depois de um momento de inicial surpresa, em que devo ter olhado para ele com uma cara indiciadora de retardamento mental, lá disse que sim e o senhor lá me explicou que não, não foi pela minha barba nem cheiro a sardinha assada que ele lá chegou, mas sim porque teve uma aluna portuguesa que era “igualzinha a mim”. Querem ver que tenho uma sósia e não sabia?
Enfim, afinal ele era professor de Genética Clínica no Karolinska, provavelmente vinha no mesmo autocarro que eu desde o hospital e se calhar até me ouviu a falar com a Giulia sobre Portugal e, não querendo admitir que vinha a ouvir, lá inventou a da aluna igual a mim. Mas pronto, o senhor era simpático e um sueco nada típico, já que meter conversa cm um estranho no metro, para um sueco… É um num milhão. Já o pesquisei no site do KI e fico com o contacto, que isto do networking é importante, especialmente quando uma pessoa está a entrar na fase dos projectos. Se bem que não quero ir para o laboratório dele, genética não é para mim, não, não.
4ºC em Estocolmo, 13ºC em Portimão
Tunnelbana, que é como se chama o metro de Estocolmo, fim-do-dia, mesmo antes da hora de ponta (que é como quem diz, 3 da tarde).
Os Suecos têm uma noção especial de “personal space” que é perfeitamente falsificável (ou verificável) nas carruagens do metro. Uma pessoa senta-se, a segunda senta-se diagonalmente à primeira (nem à frente nem ao lado) e para que os outros dois lugares sejam ocupados, ui, é preciso que o metro esteja bem cheio. E por isso é estranho que uma pessoa (eu) entre numa carruagem vazia, vá, com umas duas pessoas, e o homem que vinha atrás de mim sentar-se mesmo mesmo à minha frente. Mmm… Ainda mais estranho se, pelo reflexo da janela, conseguimos ver que o homem não pára de olhar pra nós. AINDA mais estranho se ele se vira para nós e pergunta, do NADA: “Are you Portuguese?”
Depois de um momento de inicial surpresa, em que devo ter olhado para ele com uma cara indiciadora de retardamento mental, lá disse que sim e o senhor lá me explicou que não, não foi pela minha barba nem cheiro a sardinha assada que ele lá chegou, mas sim porque teve uma aluna portuguesa que era “igualzinha a mim”. Querem ver que tenho uma sósia e não sabia?
Enfim, afinal ele era professor de Genética Clínica no Karolinska, provavelmente vinha no mesmo autocarro que eu desde o hospital e se calhar até me ouviu a falar com a Giulia sobre Portugal e, não querendo admitir que vinha a ouvir, lá inventou a da aluna igual a mim. Mas pronto, o senhor era simpático e um sueco nada típico, já que meter conversa cm um estranho no metro, para um sueco… É um num milhão. Já o pesquisei no site do KI e fico com o contacto, que isto do networking é importante, especialmente quando uma pessoa está a entrar na fase dos projectos. Se bem que não quero ir para o laboratório dele, genética não é para mim, não, não.
13 de janeiro de 2009
Krig
Guerra
4ºC em Estocolmo, 13ºC em Portimão
Hoje em dia, que tanto se fala de guerra, nós temos a nossa própria guerra nacionalista a decorrer neste mesmo corredor… Por enquanto sem vítimas :)
Era uma vez… Uma holandesa e um holandês que vieram morar cá para o prédio. Era uma vez… uma russa que também para cá se mudou. Era uma vez… outra holandesa que veio morar para o mesmo sítio. E foi assim que tudo começou…
Na cozinha havia uma bandeira sueca. Ora a russa decide que era giro pôr lá uma bandeira russa e deita mãos à obra, corta revista daqui, corta jornal dali, e lá surge uma bela bandeira russa (branco-azul-vermelho) colada a uma caneta, espetada num vaso que temos na cozinha.
Ora passam semanas, meses, em que mais uma holandesa se muda para o corredor (total=4), até que os amigos da russa vêm de visita. 5 russos no corredor, 10 olhos a contemplar a bela obra da Dasha com a bandeira. Mas…
“Dasha, não tens vergonha de não conhecer a bandeira russa? As cores estão trocadas, aquilo é a bandeira francesa!” E já a gente via a Dasha em frente a um tribunal comunista, acusada do crime de desconhecimento dos símbolos nacionais, quando eu olho bem para a bandeira e reparo que o acusador também não tinha grandes conhecimentos de geografia, pois a bandeira francesa tem riscas verticais e não horizontais… Ora riscas horizontais, Vermelho-Branco-Azul…
“Esperem lá, esta bandeira não é francesa, mas sim holandesa!” “Holandesa?” Ora eu e a Dasha olhamos uma para a outra e não é preciso ser muito esperto para chegar à conclusão que, com 4 holandeses no corredor, se calhar havia mão deles na miraculosa inversão de cores da bandeira.
Vai-se a ver dos culpados e as santas holandesas prontamente confessam o crime, cometido há 3 semanas atrás (e pode notar-se na bandeira que foi cortada e re-colada, se é que existe tal palavra).
Natal, os ânimos acalmam como seria de esperar. Mais dois holandeses mudam-se para o corredor, agora num total de 6. A russa volta do seu país munida de Matrioshkas e pins do Lenine para toda a gente (não vá alguém dizer que ela desconhece os símbolos da nação russa) e uma nova bandeira, bastante maior que a russa-agora-holandesa, de tecido e não de papel, e com letras a dizer Rússia (em russo) por cima das riscas para evitar confusões, não vá o diabo tecê-las…

Ontem à noite conspirava-se na cozinha, que a russa é só uma e os holandeses 6 e ela tem uma bandeira maior que a deles? E tratava-se de congeminar como é que se dava a volta à nova bandeira. A guerra ainda não acabou…
Por isso, não percam o próximo episódio, porque nós… também não!
PS: Será que também devo arranjar uma bandeira portuguesa? Opiniões aceitam-se...
4ºC em Estocolmo, 13ºC em Portimão
Hoje em dia, que tanto se fala de guerra, nós temos a nossa própria guerra nacionalista a decorrer neste mesmo corredor… Por enquanto sem vítimas :)
Era uma vez… Uma holandesa e um holandês que vieram morar cá para o prédio. Era uma vez… uma russa que também para cá se mudou. Era uma vez… outra holandesa que veio morar para o mesmo sítio. E foi assim que tudo começou…
Na cozinha havia uma bandeira sueca. Ora a russa decide que era giro pôr lá uma bandeira russa e deita mãos à obra, corta revista daqui, corta jornal dali, e lá surge uma bela bandeira russa (branco-azul-vermelho) colada a uma caneta, espetada num vaso que temos na cozinha.
Ora passam semanas, meses, em que mais uma holandesa se muda para o corredor (total=4), até que os amigos da russa vêm de visita. 5 russos no corredor, 10 olhos a contemplar a bela obra da Dasha com a bandeira. Mas…
“Dasha, não tens vergonha de não conhecer a bandeira russa? As cores estão trocadas, aquilo é a bandeira francesa!” E já a gente via a Dasha em frente a um tribunal comunista, acusada do crime de desconhecimento dos símbolos nacionais, quando eu olho bem para a bandeira e reparo que o acusador também não tinha grandes conhecimentos de geografia, pois a bandeira francesa tem riscas verticais e não horizontais… Ora riscas horizontais, Vermelho-Branco-Azul…
“Esperem lá, esta bandeira não é francesa, mas sim holandesa!” “Holandesa?” Ora eu e a Dasha olhamos uma para a outra e não é preciso ser muito esperto para chegar à conclusão que, com 4 holandeses no corredor, se calhar havia mão deles na miraculosa inversão de cores da bandeira.
Vai-se a ver dos culpados e as santas holandesas prontamente confessam o crime, cometido há 3 semanas atrás (e pode notar-se na bandeira que foi cortada e re-colada, se é que existe tal palavra).
Natal, os ânimos acalmam como seria de esperar. Mais dois holandeses mudam-se para o corredor, agora num total de 6. A russa volta do seu país munida de Matrioshkas e pins do Lenine para toda a gente (não vá alguém dizer que ela desconhece os símbolos da nação russa) e uma nova bandeira, bastante maior que a russa-agora-holandesa, de tecido e não de papel, e com letras a dizer Rússia (em russo) por cima das riscas para evitar confusões, não vá o diabo tecê-las…
Ontem à noite conspirava-se na cozinha, que a russa é só uma e os holandeses 6 e ela tem uma bandeira maior que a deles? E tratava-se de congeminar como é que se dava a volta à nova bandeira. A guerra ainda não acabou…
Por isso, não percam o próximo episódio, porque nós… também não!
PS: Será que também devo arranjar uma bandeira portuguesa? Opiniões aceitam-se...
11 de janeiro de 2009
Säng
Cama
3ºC em Estocolmo, 10ºC em Portimão
Sexta à noite houve festa, a primeira do ano, por cá. Animada como sempre e cheia de desenvolvimentos… Se quiserem ver fotos podem ir “checkar” o meu último álbum no facebook, http://www.facebook.com/album.php?aid=2013821&l=7f1b1&id=1016883840 .
A noite (e o dia seguinte) revelaram-se particularmente agitados para as camas por todo o prédio, ora vejamos: Duas amigas da Dasha vieram da Alemanha, tendo ficado a dormir no quarto dela, pelo que a Dasha me pediu para dormir comigo. A Clarissa tinha um amigo, o Guido, a ficar com ela. O que acontece é que a Dasha e o Guido desapareceram para o quarto da Clarissa a meio da festa, pelo que esta foi desalojada para o meu quarto. Entretanto, o Gustavo, tendo ido bater à porta do quarto da Jacomijn (agora solteira, depois de terminar um namoro de 5 anos) sem sucesso, desapareceu para o seu próprio quarto com a Cécile. A Clarissa e a Stefania (para quem era demasiado tarde para voltar sozinha para casa) dormiram no meu quarto.
No dia seguinte, rotação de pares no quem-dorme-com-quem: a Dasha comigo e o Guido com a Clarissa, como era suposto. Os do primeiro andar é que ficaram a ver navios, depois de o Neil, que lhes tinha prometido levá-los a um bar para jogarem snooker, se ter fechado no seu quarto com a Cécile (que não se trata nada mal, diga-se de passagem). Ou seja, isto por aqui anda agitado, numa daquelas agitações vagamente reminiscente de novelas mexicanas…
PS: A propósito de camas, com esta história toda deu para perceber que no meu quarto só cabem 3 pessoas, ou seja, eu mais duas, dois na cama e um no chão, no caso de alguém estar a pensar vir-me visitar... Ou, quanto muito, se eu for dormir com a Dasha ou a Clarissa, posso receber 3. Só para avisar, no caso de estarem a pensar nisso ;)
3ºC em Estocolmo, 10ºC em Portimão
Sexta à noite houve festa, a primeira do ano, por cá. Animada como sempre e cheia de desenvolvimentos… Se quiserem ver fotos podem ir “checkar” o meu último álbum no facebook, http://www.facebook.com/album.php?aid=2013821&l=7f1b1&id=1016883840 .
A noite (e o dia seguinte) revelaram-se particularmente agitados para as camas por todo o prédio, ora vejamos: Duas amigas da Dasha vieram da Alemanha, tendo ficado a dormir no quarto dela, pelo que a Dasha me pediu para dormir comigo. A Clarissa tinha um amigo, o Guido, a ficar com ela. O que acontece é que a Dasha e o Guido desapareceram para o quarto da Clarissa a meio da festa, pelo que esta foi desalojada para o meu quarto. Entretanto, o Gustavo, tendo ido bater à porta do quarto da Jacomijn (agora solteira, depois de terminar um namoro de 5 anos) sem sucesso, desapareceu para o seu próprio quarto com a Cécile. A Clarissa e a Stefania (para quem era demasiado tarde para voltar sozinha para casa) dormiram no meu quarto.
No dia seguinte, rotação de pares no quem-dorme-com-quem: a Dasha comigo e o Guido com a Clarissa, como era suposto. Os do primeiro andar é que ficaram a ver navios, depois de o Neil, que lhes tinha prometido levá-los a um bar para jogarem snooker, se ter fechado no seu quarto com a Cécile (que não se trata nada mal, diga-se de passagem). Ou seja, isto por aqui anda agitado, numa daquelas agitações vagamente reminiscente de novelas mexicanas…
PS: A propósito de camas, com esta história toda deu para perceber que no meu quarto só cabem 3 pessoas, ou seja, eu mais duas, dois na cama e um no chão, no caso de alguém estar a pensar vir-me visitar... Ou, quanto muito, se eu for dormir com a Dasha ou a Clarissa, posso receber 3. Só para avisar, no caso de estarem a pensar nisso ;)
6 de janeiro de 2009
God nytt år
Bom ano novo
-3ºC em Estocolmo, 6ºC em Portimão
Bom ano novo, pessoal!
E a primeira resolução é: fazer posts mais pequenos, já que as pessoas nem têm tempo de ler nem eu de escrever. Mas escrever mais vezes em compensação, que só 4 posts em Dezembro é uma vergonha…
-3ºC em Estocolmo, 6ºC em Portimão
Bom ano novo, pessoal!
E a primeira resolução é: fazer posts mais pequenos, já que as pessoas nem têm tempo de ler nem eu de escrever. Mas escrever mais vezes em compensação, que só 4 posts em Dezembro é uma vergonha…
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